Livreto Celebrativo - Quarta-feira da 1° Semana da Quaresma



LIVRETO CELEBRATIVO
QUARTA-FEIRA DA 1° SEMANA DA QUARESMA

25.02.2026
________________________
 
RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. 

ANTÍFONA DE ENTRADA 
(Cf. Sl 89, 1-2)

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
℣.: Senhor, vós vos tornastes um refúgio para nós de geração em geração; desde sempre e para sempre, vós sois Deus.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor, que encaminha os nossos corações para o amor de Deus e a constância de Cristo, esteja convosco.
O povo responde:
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL

O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
Pres.: Senhor, que na água e no Espírito nos regenerastes à vossa imagem, tende piedade de nós.
O povo responde:
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
O sacerdote:
Pres.: Cristo, que enviais o vosso Espírito para criar em nós um coração novo, tende piedade de nós.
O povo:
℟.: Cristo, tende piedade de nós.
O sacerdote:
Pres.: Senhor, que nos tornastes participantes do vosso Corpo e do vosso Sangue, tende piedade de nós.
O povo:
℟.: Senhor, tende piedade de nós.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
℟.: Amém.

Segue-se, quando previsto, o hino, ou, então, a Oração Coleta.

ORAÇÃO DO DIA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta;
Considerai, Senhor, com bondade o fervor do vosso povo, para que os que mortificam o corpo pela abstinência, pelo fruto de suas boas ações sejam fortalecidos no espírito. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por.

séculos dos séculos.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
Jn 3,1-10

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitor:E foi dirigida segunda vez a Jonas a palavra do Senhor, a qual dizia: ²“Levanta-te e vai à grande cidade de Nínive, e prega nela a pregação que eu te ordeno”. ³Jonas levantou-se e foi a Nínive, segundo a ordem do Senhor. Ora, Nínive era uma grande cidade, que exigia três dias de caminhada. ⁴Jonas começou a entrar na cidade, andando por ela um dia, e clamava, dizendo: “Daqui a quarenta dias Nínive será destruída!” ⁵Então os ninivitas creram em Deus e ordenaram um jejum público, vestindo-se de saco, desde o maior até o menor. ⁶Chegou esta notícia ao rei de Nínive, o qual levantou-se do seu trono, tirou as suas vestes e cobriu-se de saco, sentando-se sobre a cinza. ⁷Depois fez proclamar por toda a parte e publicar em Nínive esta ordem, como vinda da boca do rei e dos seus príncipes, dizendo: “Os homens e os animais, os bois e as ovelhas não comam nada, não sejam levados a pastar, nem bebam água. ⁸Os homens e os animais cubram-se de saco, e clamem aqueles ao Senhor com toda a sua força. E cada um se converta do seu mau caminho e da iniquidade que há nas suas mãos. ⁹Quem sabe se Deus se voltará para nos perdoar, e se aplacará o furor da sua ira, de sorte que não pereçamos?” ¹⁰Então Deus viu as suas obras [de penitência] e como se converteram do seu mau caminho. Compadeceu-se deles e não lhes fez o mal que tinha resolvido fazer-lhes, e com efeito não o fez.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
Sl 50(51),3-4,12-13.18-19 (R. 19b) 

 Não desprezarás, ó Deus, um coração contrito e humilhado

Tem piedade de mim, ó Deus, segundo a tua grande misericórdia; e, segundo a multidão das tuas clemências, apaga a minha iniquidade. Lava-me mais e mais da minha iniquidade, e purifica-me do meu pecado. R.

Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova nas minhas entranhas um espírito reto.  Não me arremesses da tua presença e não tires de mim o teu Espírito Santo.R.

Porque, se quisesses um sacrifício, eu o teria oferecido; mas tu não te comprazes com holocaustos.  O sacrifício digno de Deus é um espírito compungido; não desprezarás, ó Deus, um coração contrito e humilhado. R.

Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
(Mt 4, 4b)

GLÓRIA A CRISTO, PALAVRA ETERNA DO PAI, QUE É AMOR!

O HOMEM NÃO VIVE SOMENTE DE PÃO, MAS DE TODA PALAVRA DA BOCA DE DEUS.

GLÓRIA A CRISTO, PALAVRA ETERNA DO PAI, QUE É AMOR!

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho  e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
Lc 11,29-32

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: 
O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo  segundo Mateus
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
O povo aclama:
℟.Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangel.
 ℣.: Naquele tempo, quando as multidões se reuniram em grande quantidade, Jesus começou a dizer: "Esta geração é uma geração má. Ela busca um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, a não ser o sinal de Jonas. Com efeito, assim como Jonas foi um sinal para os ninivitas, assim também será o Filho do Homem para esta geração. No dia do julgamento, a rainha do Sul se levantará juntamente com os homens desta geração, e os condenará. Porque ela veio de uma terra distante para ouvir a sabedoria de Salomão. E aqui está quem é maior do que Salomão. No dia do julgamento, os ninivitas se levantarão juntamente com esta geração e a condenarão. Porque eles se converteram quando ouviram a pregação de Jonas. E aqui está quem é maior do que Jonas".
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
℟.Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, rezando em silêncio.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

LITURGIA EUCARÍSTICA
OFERTÓRIO

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar.

O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

O sacerdote, inclinado, reza em silêncio.

Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Ó Deus, criador de todas as coisas que recebemos da vossa bondade, acolhei as oferendas e fazei frutificar para a vida eterna os dons que nos concedeis neste mundo. Por Cristo, nosso Senhor.
ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.

PREFÁCIO DA QUARESMA II
A PENITÊNCIA ESPIRITUAL

Este prefácio também pode ser usado na Quaresma, principalmente nos domingos, quando não se deve rezar outro prefácio mais apropriado

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde: 
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
O povo: 
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo: 
℟.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade,  é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor; Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pois estabelecestes este tempo privilegiado de salvação, para que vossos filhos e filhas, livres dos afetos desordenados, recuperem a pureza do coração, e, usando as coisas que passam, dediquem-se mais às que não passam. Por isso, com todos os Anjos e Santos, nós vos louvamos sem cessar, cantando (dizendoa uma só voz:

Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo:

℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA
SOBRE A RECONCILIAÇÃO I

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo e, desde a origem do mundo, tudo fazeis para sermos santos como vós sois Santo.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Olhai as oferendas do vosso povo e derramai sobre elas a força do vosso Espírito, para que se tornem
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
o Corpo  e o Sangue
une as mãos
do vosso amado Filho, Jesus Cristo, no qual também nós somos vossos filhos.
A assembleia aclama:
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

Pres.: Quando outrora estávamos perdidos e incapazes de vos encontrar, vós nos amastes com imenso amor, pois vosso Filho, o único Justo, entregou-se à morte, não rejeitando ser pregado no lenho da cruz. Antes, porém, de seus braços abertos traçarem entre o céu e a terra o sinal permanente da vossa aliança, Jesus quis celebrar a Páscoa com seus discípulos.

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Ceando com eles,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Em seguida diz:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia, Jesus, sabendo que ia reconciliar em si todas as coisas pelo sangue a ser derramado na cruz,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
tomou o cálice repleto do fruto da videira, deu-vos graças novamente e o entregou a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé e do amor!
A assembleia aclama:
℟.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!

A seguir o sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Fazendo, pois, memória de vosso Filho, Jesus Cristo, nossa Páscoa e certeza da paz definitiva, celebramos sua morte e ressurreição e, aguardando o dia feliz de sua vinda gloriosa, nós vos oferecemos, Deus fiel e misericordioso, a vítima que nos reconcilia convosco.
A assembleia aclama:
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai, com amor, Pai misericordioso, aqueles que unis a vós pelo sacrifício do vosso Filho, e concedei que, pela força do Espírito Santo, os que participam do único pão e do mesmo cálice sejam congregados em Cristo num só corpo, no qual todas as divisões sejam superadas.
A assembleia aclama:
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Conservai-nos sempre em comunhão de fé e amor unidos ao Papa Pio e ao nosso Bispo N.*. Ajudai-nos a esperar juntos a vinda do vosso reino, até o dia em que, diante de vós, formos santos entre os Santos na morada celeste, ao lado da Virgem Maria, Mãe de Deus, dos Apóstolos e todos os Santos e com nossos irmãos e irmãs já falecidos que confiamos à vossa misericórdia. Enfim, libertos das feridas do pecado e plenamente transformados em novas criaturas, felizes cantaremos a ação de graças
une as mãos
do vosso Cristo que vive para sempre.

DOXOLOGIA

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
℟.: 
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: 
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
℣.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
 
FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

Enquanto isso, canta-se:

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ!

Ou, para recitação:
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de quem nele encontra seu refúgio. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice, reza em silêncio e comunga o Sangue de Cristo.

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

COMUNHÃO
ANTÍFONA DE COMUNHÃO
(Cf. Sl 4, 2)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Quando vos invoquei, vós me ouvistes, ó Deus, minha justiça, e na angústia me livrastes; tende piedade mim, atendei à minha prece!

Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice. Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.

O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Pres.: Oremos.
sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Por este sacramento, Senhor, dai-nos moderar os desejos terrenos e aprender a amar os bens celestes. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
_______________________________

ORAÇÃO DO ANO JUBILAR 
Por ocasião do Jubileu Extraordinário dos 5 anos da Comunidade 

Pres.: Senhor Deus, neste tempo jubilar, chamais a Vossa Igreja a ir e anunciar. Concedei-nos fidelidade à missão, clareza no anúncio e verdade no testemunho. Que nossas palavras e ações não apontem para nós, mas conduzam a Cristo. Fazei do nosso anúncio um instrumento de atração, para que muitos se aproximem da fé pela verdade do Evangelho e pela vida cristã vivida com coerência. Abençoai o Apostolado Católico de Minecraft, suas obras, seus membros e sua missão, para que tudo o que for feito seja anúncio autêntico e conduza os corações a Cristo. Confiamos a Vós este Jubileu Extraordinário e respondemos com obediência ao Vosso chamado: Ide e anunciai. 
℟.: Amém.
_______________________________


_______________________________

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

RITOS FINAIS
BÊNÇÃO FINAL
(Oração sobre o povo)

O sacerdote, voltado para o povo, abrindo os braços, diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
℟.: 
Ele está no meio de nós.

O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote pode fazer o convite com estas ou outras palavras: 
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.

Em seguida, o sacerdote estende as mãos sobre o povo, reza a oração:
Pres.: Senhor, iluminai, com a luz da vossa claridade, a mente do vosso povo, para que veja o que deve fazer, e pratique o que é correto. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
℟.: 
Amém.

Depois da oração, o sacerdote acrescenta:
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo desça sobre vós e permaneça para sempre.
O povo responde:
℟.: 
Amém.

Depois, o diácono ou o próprio presidente diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
℟.:Graças a Deus!

 

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros

Postagem Anterior Próxima Postagem